
Atelier EcoStartup
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Naquele covão, lá onde Minde e a Mira estão (a rima é de Francisco Madeira Martins, poeta minderico), forma-se um mar de água imenso no inverno, mas de roto que é o chão, bem a brotam os algares em anos chuvosos e melhor a bebem nos meses de estio que se seguem, quando mais precisa seria para lavouras e gado. Como forma de contornar tal travessura da natureza, construiu o homem serrano poços de paredes empedradas nas zonas de solo mais argiloso, e por isso impermeável, assim como pequenas cisternas e pias junto das vinhas para fazer a calda bordalesa – tudo se encontra agora ao deus-dará.

Chegados os Franceses à Mira e a Minde, um bom lote deles, atendendo aos estragos que fizeram, quem pôde fugir fugiu, para outras terras onde tinha família ou amigos, para os ermos das serras, enfiando-se em cabanas de lajes, nos buracos das grutas ou em pardieiros desabitados. Quem não pôde fugir, ou por teimosia não quis, foi molestado. Foi o caso da “Preta”, proprietária do seu “Canto”, que nos desculpe a escura cidadã tratarmo-la assim, mas não subsistiu na História o seu nome.

Em Janeiro de 1934, a 300 metros a norte da antiga Igreja Paroquial (na zona onde fica hoje a Travessa da Fiandeira), o trabalhador Américo