História
Joaquim Pinto Ribeiro

História da Cisterna Grande

Naquele covão, lá onde Minde e a Mira estão (a rima é de Francisco Madeira Martins, poeta minderico), forma-se um mar de água imenso no inverno, mas de roto que é o chão, bem a brotam os algares em anos chuvosos e melhor a bebem nos meses de estio que se seguem, quando mais precisa seria para lavouras e gado. Como forma de contornar tal travessura da natureza, construiu o homem serrano poços de paredes empedradas nas zonas de solo mais argiloso, e por isso impermeável, assim como pequenas cisternas e pias junto das vinhas para fazer a calda bordalesa – tudo se encontra agora ao deus-dará.

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História
Joaquim Pinto Ribeiro

Lenda do Canto da Preta

Chegados os Franceses à Mira e a Minde, um bom lote deles, atendendo aos estragos que fizeram, quem pôde fugir fugiu, para outras terras onde tinha família ou amigos, para os ermos das serras, enfiando-se em cabanas de lajes, nos buracos das grutas ou em pardieiros desabitados. Quem não pôde fugir, ou por teimosia não quis, foi molestado. Foi o caso da “Preta”, proprietária do seu “Canto”, que nos desculpe a escura cidadã tratarmo-la assim, mas não subsistiu na História o seu nome.

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História
Miguel Tristão

Mira e Minde em 1866

O mapa antigo Tenho um amigo que tem o vicio desde menino de colecionar objectos, devo-vos dizer que é um vício apaixonante, como todos os

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História
Miguel Tristão

Da origem dos nomes Minde e Mira

O ser humano é um animal um bocado diferente dos outros, é certo que somos esquisitos em muita coisa, diferenciamos-nos das outras espécies pela nossa

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