Resgate caminho perdido

Resgate do caminho de 1866


Através de consulta a um mapa de 1866, descobrimos que o único caminho assinalado pelos topógrafos militares de então atravessava o Polje numa diagonal.

Como profundos exploradores da nossa Mata não conhecíamos este caminho?

 O que lhe teria acontecido? Poderia estar adormecido, esquecido, abandonado… 

Através de um processo de geo-referenciação com imagens de satélite, conseguimos perceber que o caminho ligava duas capelas: S. Sebastião (Minde) à Nossa Srª da Boa Morte (Mira).

 Propomos resgatar esse caminho histórico e dessa forma intervir na nossa mata, sem ficar à espera que os outros resolvam.

 A mata é nossa, temos de cuidar dela! 

Histórico do Projeto:

Apresentação da ideia em Minde –  2ª Tertúlia 

31 de Maio 2019

Cartaz síntese – Minde – Exposição Jazzminde

 15 e 16 de Junho

Constituição grupo de trabalho, Mira de Aire – Reunião Clube União Mirense 

 21 de Junho

Visita de grupo ao percurso no terreno

22 de Junho

Exposição da Matadaire, em Mira de Aire

13 e 14 de Julho 2019

Proposta de agendamento da Intervenção para 15 e 22 de Setembro
 Minde – Reunião na Junta de Freguesia 

19 de Julho 

Envio de email solicitar colaboração na recuperação e valorização ao Parque Natural PNSAC

30 de Julho

Resposta do Parque Natural a pedir mais elementos. Ficheiro KMZ com a indicação georreferenciada do traçado.

5 de Agosto

Responder ao PNSAC com envio de ficheiros 

13 de Agosto

Intervenção na Mata (agendado)   

15 e 22 de Setembro

ADIAMENTO

Por razões de Segurança a intervenção do dia 15 de Setembro ficou adiada para dia 22

Intervenção

Entre os dias 22 de Setembro e 13 de Outubro fizemos 5 intervenções de Limpeza e desobstrução do Caminho.

Sinalização do Caminho

a definir…

Inauguração do Caminho

a definir…

Parceria com as escolas

a definir…

Fase Atual
Responder ao PNSAC

Participar neste projeto

Gostavas de participar na execução deste projeto? Então o primeiro passo é preencher este pequeno formulário e dizer-nos. Depois entraremos em contacto para combinarmos como o fazer. 

Se este projeto “não é a tua cara”, mas queres intervir na iniciativa de transição que o movimento Mira-Minde propõe, segue esta ligação

Proposta de Recuperação:

O Movimento Mira-Minde, pretende dinamizar uma transição de um modelo económico industrial, para um modelo ecológico e sustentável. Por nos encontrarmos em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros e tendo como património comum às duas vilas, o polje de Mira-Minde, classificado como zona-húmida protegida pela convenção de RAMSAR, achamos que a causa ecológica pode ser a bandeira que nos vai proporcionar a qualidade de vida que almejamos para as nossas terras.

Neste momento o caminho encontra-se em parte (cerca de 1000 metros) intransitável por falta de uso e manutenção. 

Para nós é importante envolver a população das duas localidades nesta recuperação, pois a que a valorização que pretendemos também passa por aproximar as pessoas das duas localidades, criar uma consciência comunitária cuidadora do nosso meio ambiente e em última análise potênciar o desenvolvimento do movimento de transição.

Para saber mais sobre a história deste caminho convido-vos a ler o seguinte artigo:

Mira e Minde em 1866

O grupo de trabalho de implementação do Movimento Mira-Minde, planeou executar numa primeira fase a limpeza arbustiva e arranjo de muros caídos nos dias 15 e 22 de Setembro do presente ano e contamos com a colaboração de cidadãos das comunidades de Minde e de Mira de Aire e o apoio das respectivas Juntas de Freguesia.

Os pontos seguintes no projecto de valorização passarão por:

  • Convidar as escolas locais a incorporar nos seus programas e actividades, formas de valorizar o conhecimento cultural, histórico e cientifico e de preservação do Polje de Mira-Minde, com base na visitação do caminho.
  • Valorizar através de sinalização e condicionar a utilização do caminho a uma utilização pedonal e de bicicletas.
  • Convidar as paróquias a desenvolver um projecto de celebração que promova a ligação entre as duas comunidades, visto que o caminho ligava originalmente as Capelas de S. Sebastião à Capela de Nossa senhora da Boa Morte.

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